Mídia x Arte: Um estudo sobre a aplicabilidade da poesia digital em projetos funcionais

Artigo Publicado nos anais do 9° Congresso Internacional da APCG – Associação de Pesquisadores de Crítica Genética, com o tema: “Congresso de Criação e Interações: A crítica genética em debate nas artes performáticas e visuais” – Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – 2008.

Anderson Gabriel Capeloto Macohin[1]

Sonia Maria Mendes França[2]

Resumo

A poesia digital é um conceito que surge da aliança de vários modelos de mídia, onde a poesia se une às diversas formas de arte e expandem os padrões que tradicionalmente a caracterizavam. Na poesia digital elementos como os versos, as rimas e as estrofes são substituídos e reconfigurados, ganhando novos fatores como propriedades físicas, audiovisuais e interativas. Nesse contexto, visou-se com esse trabalho, investigar até onde é possível o estreitamento entre expressões artísticas contemporâneas e projetos funcionais, usando a arte como meio de humanização da tecnologia, sem que a mídia perdesse a sua funcionalidade inicial de venda. Espera-se contribuir por meio da presente pesquisa para uma maior integração entre os conceitos artísticos e as aplicabilidades funcionais.

Palavras Chaves: Mídia, arte, poesia digital.

Abstract

Digital poetry is a concept that emerges from an alliance of several media models, where the poetry unites with different forms of art and expands the standard that usually characterizes it. In digital poetry elements like verses, rhymes and strophes, are replaced and reconfigured, gaining new factors such as physical, audiovisuals and interactive properties. In this contexts, the aim of this project was to investigate how far it is possible the narrowing between the contemporary artistic expressions and the functional projects, using art as a mean of making technology human, without making media loose it’s first selling function.It is hoped to contribute, with this research to a higher integration with the art concepts and functional applicability.

Key word: Media, art, digital poetry.

Introdução

Almeja-se através da poesia digital, difundir avanços tecnológicos e tendências estéticas, além de propiciar o estreitamento entre o artístico e o comercial, acrescentando agentes que permitam levar o interpretante a reflexões.

Dessa forma, analisou-se a possível utilização da poesia digital como linguagem, gerando a possibilidade de propor um novo modelo de mídia e suas transformações na mídia comercial convencional, acrescentando a ela valores artístico-culturais, sem que essa perdesse seu intuito inicial de venda, direcionando-a ao crescente “público digital”.

Os objetivos do trabalho consistem em: apresentar a importância da hipermídia nos modelos contemporâneos de arte, salientando as interrelações semióticas e interativas; e analisar até onde é possível estreitar relações entre expressões artísticas e mídias comerciais.

Arte e Mídia

Num primeiro momento, faz-se necessário de forma breve apresentar alguns conceitos gerais sobre arte e mídia, considerando que o presente trabalho trata dessa articulação, mais precisamente da poesia digital e suas aplicações.

Não muito distante, a arte era considerada a representação do belo e com o tempo esse conceito foi sendo revisto por correntes opostas que, por conseqüência, também são contraditas por correntes que as divergem numa evolução cíclica da talvez “eterna busca” sobre a definição de arte.

Gombrich apresenta uma visão pragmática sobre a definição de arte, não a colocando como algo imutável e sim inerente ao artista, ao tempo e ao local.

Nada existe realmente ao que se possa dar o nome de Arte. Existem somente artistas. Outrora, eram homens que apanhavam um punhado de terra colorida e com ela modelavam toscamente as formas de um bisão na parede de uma caverna; hoje, alguns compram suas tintas e desenham cartazes para dar o nome de arte a todas essas atividades, desde que se conserve em mente que tal palavra pode significar coisas muito diversas em tempo e lugares diferentes. (GOMBRICH, 1999, p. 15)

Assim sendo, a arte pode ser aquilo que se exprime do ser humano a partir da necessidade de se comunicar junto ao conhecimento empírico do indivíduo, sendo ele adquirido de diversas formas, desde a instrução política até a localização geográfica.

Já a definição de mídia pelo dicionário da língua portuguesa, Aurélio (1999, p. 1334) é: o conjunto dos meios de comunicação, e inclui, indiretamente, diferentes veículos, recursos e técnicas, como, por exemplo: jornal rádio, televisão, cinema, outdoor, página impressa, propaganda, mala-direta, balão inflável, anúncio em site da internet, etc. É também um veículo de mídia [...], um conjunto de meios de comunicação selecionados para a veiculação de mensagem de uma campanha publicitária.

Nesse contexto, podemos defini-la como um veículo ou o meio de comunicação que exerce ação psicológica sobre o público com fins comerciais, comunicacionais, filantrópicos, educacionais, entre outros.

Assim sendo, a arte sempre esteve relacionada com a mídia, visto que ambas compartilham a mesma necessidade de se comunicar. Então, podemos perguntar: O que veio antes, a arte ou a mídia?

Partindo do pressuposto de que arte e mídia fazem parte de um processo comunicativo, cabe-se levar em conta que a arte veio para ser uma mídia por usar da sua expressão – seja ela visual, sonora, etc., para se comunicar, ou a mídia com a necessidade de comunicar gera a arte como sua força de linguagem.

A mídia e as necessidades da sociedade moderna

Com a Revolução Industrial desenvolveram-se formas de mídia que são utilizadas até hoje. O primeiro avanço aconteceu no século XIX, com o surgimento das impressoras a vapor e do papel jornal de baixo custo e, em seguida, com a criação da transmissão por ondas eletromagnéticas, o rádio em 1920 e a televisão em 1939. Esses meios de comunicação em massa encaixaram-se perfeitamente com o novo padrão cultural consumista vigente. No tópico “O advento da informática e um novo modelo de mídia e de possibilidades” veremos a terceira transformação da mídia de massa.

A revolução industrial provocou mudanças em todos os aspectos da vida, com inovações tecnológicas que transformaram a sociedade em todos os níveis. Originou uma população alfabetizada e instruída, com rendimentos e novas necessidades de consumo, aberta a idéias e produtos que passaram a circular em um mercado em expansão. A nova tecnologia da impressão atraiu os artistas plásticos para fora de suas galerias, e os artesãos passaram das oficinas para as fábricas. (RAIMES, BHASKARAN, 2007, p. 14)

No mercado das mídias é fácil ressaltar algumas relevâncias que a Revolução Industrial provocou. Um dos fatores determinantes foi o rápido desenvolvimento de tecnologias e, a partir delas, o surgimento de novas perspectivas para os artistas e artesãos. A partir de então, a arte começa a ter sua produção em série graças ao avanço do mercado gráfico.

O que chama a atenção é o estreitamento entre arte e mídia e como uma se acomoda à outra e os ocasionais atritos que ocorrem na relação ornamentos x funcionalidade.

O advento da informática e um novo modelo de mídia e possibilidades

O avanço da informática fez com que a maioria das informações disponíveis pudesse ser compartilhada por indivíduos em qualquer ponto do mundo a partir de um computador remoto conectado à Internet. Esse avanço tecnológico tornou-se uma forma eficiente de comunicação e se integrou de forma inexplicável ao homem no século XXI, já que esse translada e interage com toda essa informação.

Devido à abrangência da rede internacional de computadores, hoje podemos vivenciar a notícia em qualquer local do mundo em tempo real.

Todas essas evoluções midiáticas contribuíram para uma aceleração da distribuição de informação e o advento da informática colaborou ainda mais com esse evento. Lévy destaca que a revolução contemporânea em matéria de comunicação, fala sobre “o espaço elástico” e coloca em questão vários pontos de evolução tecnológica de transporte e comunicação e como elas reduziram o espaço prático.

Cada dispositivo de transporte e de comunicação modifica o espaço prático, isto é, as proximidades efetivas. Nessa perspectiva, podemos dizer que, medida à velocidade, ao custo e à dificuldade dos transportes e das comunicações da época, uma nação do século XIX era mais extensa que o planeta inteiro hoje [...] Salientamos ainda que o telefone, a televisão por satélite e a internet duplicam as condições de alcance material de proximidade cognitiva e afetiva não menos perturbadora. (LÉVY, 2003, p. 188-189)

O meio mais ágil de comunicação de toda a história é o ciberespaço e a grande diferenciação desse para os outros meios de comunicação encontra-se justamente na troca de informação.

De olho nessa nova forma de fazer, comunicar e distribuir arte, os artistas também ganham novas perspectivas.

Pelas redes, numa trama, verificam-se trocas imediatas, a arte circula no planeta e os computadores e as telecomunicações ganham dimensões artísticas. O artista coloca-se a favor de uma criação distribuída. Não é mais o autor único de uma “obra” e sua proposta assume intensamente uma função comunicacional em fronteiras compartilhadas pelo autor e pelos participantes. (DOMINGUES, 1997, p. 21)

Kerckhove fala sobre as novas possibilidades que esse recente modelo de mídia propiciou ao artista e coloca como sendo um dos grandes diferenciais desse modelo, a metáfora tecnológica dos sentidos.

Com nossas mãos, nossos ouvidos, nossos olhos, e outros canais de ação e sensação, nós entramos em interação com o mundo, e essas são as relações às quais os artistas prestaram mais atenção desde o surgimento da arte. (DE KERCKHOVE, 1993, p. 59)

Mídia e Interatividade

A hipermídia é fruto desse novo meio de comunicação e, talvez, o mais poderoso meio sensorial de transmissão de dados devido à sua capacidade de fundir várias mídias em um bloco único de comunicação.

Além dessa poligamia de mídias, incorpora-se a interatividade à hipermídia, fator até então inédito em outras formas de mídia.

Devido à interatividade, a hipermídia destrói o conceito de “receptor”, já que o usuário torna-se também gerador e transmissor da própria mídia, levando a mensagem somente a atingir todo seu significado sob intervenção. Da hipermídia surge uma nova forma de arte, onde a arte alia-se com a tecnologia e a comunicação dando origem à ciberarte.

A ciberarte tem, no processo de virtualização, digitalização e desmaterialização do mundo, a sua força e particularidade. Ela é interativa e atua dos dentro dos espaços híbridos da cultura contemporânea (o espaço, o tempo e o corpo). Por ser imaterial, a arte eletrônica não se consome com o uso e pode ser circular ao infinito, escapando da lei entrópica da sociedade de consumo. É nessa circulação frívola de bits que está o coração da arte eletrônica da cibercultura. Mais sensual e intuitiva do que racional e dedutiva, a ciberarte tenta produzir novos espaços de experiências estéticas e interativas, sob a energia do digital. (LEMOS, 2003, p. 227-228)

A Poesia Digital

Em meio a essa revolução, a poesia também sofreu modificações. O surgimento da poesia concreta quebra a linearidade tradicional da poesia silábica e trabalha de forma integrada o som, a visualidade e o sentido das palavras.

Embora a construção da imagem e a escrita se desenvolvam de maneira inseparável e nunca tenham sido de todo independentes, sua recente atração mútua surgiu como a cura de uma ferida que as dividiu de forma malsã. (ARNHEIM, 1989, p. 96).

A poesia concreta sempre esteve relacionada às diversas possibilidades de mídias existentes em seu contexto. Os poetas concretos estabeleceram, desde o início, ligações entre a sua produção, a música contemporânea, as artes visuais e o design de linhagem construtivista. Elementos dessas artes foram reprocessados em seus poemas e mantiveram extensa colaboração com artistas e designers, compositores e intérpretes, seja na esfera da música erudita ou na da música popular, sem falar de outros poetas e críticos.

Essa aproximação existente entre poesia concreta e outras formas de mídia se dá por meio das novas necessidades e tendências culturais da sociedade.

A poesia concreta surgiu graças às novas descobertas tecnológicas e ao aumento do número de pessoas alfabetizadas, do mesmo modo, posteriormente, com o aumento significativo do público digital, surge a poesia digital.

Na verdade, um dos desafios centrais de toda a poesia contemporânea tem sido colocar em operação uma ambigüidade básica da palavra escrita, que é ter uma função icônica, ou seja, ser imagem antes de mais nada, dotada de forma, textura, dimensão e cor, mas ao mesmo tempo ter também uma função simbólica, determinada pelos seus significados verbais. O poeta, aqui quase confundido com o artista plástico e o cineasta, trabalha nessa zona de indiferenciação ou de reversibilidade entre o simbólico da palavra e o icônico da imagem e pode tirar partido da transição entre uma condição e outra. (MACHADO, 2008)

A poesia quando atinge sua elasticidade no meio digital pode ser encontrada como poesia tecnológica, poesia da hipermídia, poética digital, entre outras nomeações. Analisando a evolução da poesia, podemos considerá-la como uma derivada da poesia concreta ou até mesmo um próximo estágio dessa.

[...] utilizar como dispositivo final de exibição o próprio computador com que se construiu o poema, de modo a poder lançar mão de recursos que só este possibilita, como a estrutura em aberto do poema, a navegação não-linear ao longo do texto e a participação interativa do leitor. Neste caso, o poema deve ser distribuído diretamente através de meios digitais, como disquetes e CD-ROMs, ou então deve ser acessado eletronicamente, pelas redes telemáticas (Internet, por exemplo). (MACHADO, 2008)

Esse novo gênero de poesia uniu-se às diversas formas de arte, tais como ilustração, fotografia, pintura, escultura, entre outros meios tradicionais e contemporâneos de arte que, agora, se agrupam e expandem os padrões que tradicionalmente a caracterizavam. Elementos são substituídos e as dimensões são reconfiguradas, de modo que os versos, as rimas e as estrofes ganham novos fatores. Tais fatores exploram igualmente as dimensões materiais da palavra e adquirem novos valores como propriedades físicas, audiovisuais e interativas, o que cria ao leitor um universo participativo na poesia.

Essa possibilidade participativa amplia o que se refere a ser “participante” da obra, partindo do ponto em que o usuário não somente usa, mas, agora, também soma. É dada a possibilidade ao leitor de adicionar, completar e até criar elementos sobre a poesia, mudando o seu enfoque inicial ou personalizando a cada participante um desfecho que melhor se encaixe ao seu perfil.

Félix Guattari coloca a tecnologia como um local passivo de afetos e sensibilidades.

As máquinas tecnológicas de informação e de comunicação operam no núcleo da subjetividade humana, mas não apenas no seio das suas memórias, da sua inteligência, mas também da sua sensibilidade, dos seus afetos, dos seus fantasmas inconscientes. (GUATTARI, 1997, p. 20)

Logo, fica claro o grau de ligação da pessoa humana com a arte e a tecnologia. Uma carga de sentimentos, capaz de ser transmitida por esses meios tecnológicos, quando unidos à arte, pode levar o espectador ao mais profundo de suas lembranças ou reflexões, atingindo um ponto de proximidade interpretante/obra capaz, em alguns casos, de se assemelhar às trocas de sentimentos entre pessoas.

Uma mídia funcional se qualifica pelo fato de obter os resultados esperados. A busca por esses resultados se baseia também no público alvo, em fatores sociais, econômicos, culturais, etc., ao qual se destina o produto.

As mídias, por conseqüência, se tornaram mais elaboradas com o tempo e, então, surge a proposta de aplicabilidade da poesia digital em mídias funcionais que vem com o intuito de se expandir nesse nicho específico e crescente que são os usuários seletivos das redes telemáticas.

A Poesia como signo

Em uma definição mais detalhada, Santaella (2007), afirma que um signo é qualquer coisa e de qualquer espécie, por exemplo, um filme, um livro, um anúncio, uma poesia, etc., que representa uma outra coisa, chamada de objeto do signo, e que produz um efeito, chamado de interpretante do signo. A autora exemplifica esse funcionamento em uma peça publicitária.

Uma peça publicitária para o reposicionamento de um produto no mercado é um signo do produto, que vem a ser o objeto desse signo, isto é, da peça publicitária. Não apenas o produto em si é o objeto do signo, mas o produto reposicionado, tal como a peça o representa. O impacto ou não que a publicidade despertar no seu público é o interpretante da publicidade. (SANTAELLA, 2007, p. 9)

Partindo desse pressuposto, a poesia digital é um signo e o que se deseja transmitir nesse trabalho, a poesia em si, é o objeto do signo. O efeito da mensagem é o interpretante da poesia que, ao fim, é um mediador entre aquilo que se pretende transmitir ao público e o efeito que esse desejo nele produz através da poesia.

A lógica triádica na definição Pierceana do signo inclui três teorias: a da significação, a da objetivação e a da interpretação, conforme Santaella:

a) da relação do signo consigo mesmo, isto é, da natureza do seu fundamento, ou daquilo que lhe dá capacidade para funcionar como tal, que, como será detalhado mais à frente, pode ser sua qualidade, sua existência concreta ou seu caráter de lei, advém uma teoria das potencialidades e limites da significação; c) da relação do fundamento com o objeto, ou seja, com aquilo que determina o signo e que é, ao mesmo tempo, aquilo que o signo representa e ao qual se aplica, e que pode ser aquilo que o signo representa e ao qual se aplica, e que pode ser tomado em sentido genérico como contexto de signo, extrai-se uma teoria da objetivação, à realidade e referência, ao documento e ficção, à mentira e decepção; c) a relação do fundamento com o interpretante, deriva-se uma teoria da interpretação, com as implicações quanto aos seus efeitos sobre o intérprete, individual ou coletivo. (SANTAELLA, 2007, p. 9-10).

Considerações finais

A poesia digital é rica em signos e o uso desses oferece a ela riquezas em fixação das informações transmitidas. Também é farta em imagem e riquíssima em metáfora, o que leva o usuário a reflexões e interpretações sobre o produto.

Algumas particularidades na poesia digital são capazes de convergir à mídia comercial em um meio além do que ela convencionalmente se propõe, somando-se, portanto, a capacidade dessa em ser um campo artístico cultural aberto para que o crescente público digital possa compartilhá-la.

Essa forma interativa de comunicar aumenta o tempo de navegabilidade do usuário pelo projeto. Esse poder de fixar o usuário está diretamente ligado ao ponto dele próprio poder manusear os resultados.

Apesar dessas características, chega-se a definir como incoerente a junção total de expressões artísticas e mídias funcionais, devido à divergência conceitual de arte e mídia funcional. No entanto, há a possibilidade de se utilizar a poesia digital em uma mídia comercial, não a usando como expressão artística, mas sim como linguagem.

Esse novo modelo tem como objetivo transmitir valores no âmbito artístico-cultural, sem que a linguagem da poesia ultrapasse a funcionalidade da mídia comercial, que é a venda.

Referências Bibliográficas

BRITO, Luciana. Mercado nas novas mídias. In: BOUSSO, Vitória Daniela. Produção, difusão e mercado nas novas mídias. 2002. p.74-79.

DOMINGUES, Diana. A arte no século XXI. A humanização das tecnologias. São Paulo: Unesp, 1997.

GOMBRICH, E. H.. A história da arte. 16.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

LEAO, Lucia. O Chip e o Caleidoscópio – Reflexões Sobre as Novas Mídias. São Paulo: Senac São Paulo, 2005.

LÉVY, Pierre. A revolução contemporânea em matéria de comunicação. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir machado da. Para Navegar no Século XXI – Tecnologia do imaginário e cibercultura. Porto Alegre: Editora Sulina 2003

PRADO, Gilberto. Arte telemática: dos intercâmbios pontuais aos ambientes virtuais multiusuário. São Paulo: Itaú Cultural, 2003. (Rumos Itaú Cultural Transmídia).

SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. São Paulo: Thomson, 2007.

VESTERGAARD, Torben; SCHRODER, Kim. A linguagem da propaganda. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

MACHADO, Arlindo. Poesia e novas tecnologias. Disponível em: <http://cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-index.php?page=poesia+e+novas+tecnologias>. Acesso em: 30 maio 2008.

Currículo resumido:

Anderson Gabriel Capeloto Macohin. Acadêmico do Curso de Artes Visuais – Multimídia. Instituição: Unopar – Universidade Norte do Paraná. Endereço: Rua Getulio Ribeiro de Carvalho, 103. CEP: 86049-160. Londrina – Paraná. Fone (43) 3342 4562. E-mail: biel@biel.art.br

Sonia Maria Mendes França. Aluna de Doutorado do Programa Pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC/SP. Docente da UNOPAR- Universidade Norte de Paraná, Curso: Artes Visuais-Multimidia e Pós-graduação em Comunicação Visual. Mestre em Educação – UNESP/SP. Endereço: Rua Fernando de Noronha, 609, apt. 504. CEP: 86020-300. Londrina – Paraná. E-mail: soniamendes@sercomtel.com.br Fone: (43) 3371 7855 FAX: (43) 3371 7806.


[1] Acadêmico do Curso de Artes Visuais – Multimídia. Instituição: Unopar – Universidade Norte do Paraná.

[2] Docente da UNOPAR – Universidade Norte do Paraná. Doutoranda do Programa de Comunicação e Semiótica – PUC/SP.

Tags: , , , , , , , , , ,

Comentários estão bloqueados.